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SINTOMAS

FREQUENTES

Reconheça os sinais e sintomas das doenças mais comuns de nariz, ouvido e garganta e saiba se você o otorrinolaringologista é o especialista que você precisa.

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NARIZ

EU TENHO RINITE?

Rinite é uma inflamação da mucosa nasal desencadeada por processos alérgicos, medicamentos, inalação de agentes irritantes, alterações hormonais, mudanças bruscas de temperatura, infecções e exercícios físicos.
É uma doença muito frequente na população. Acontece em adultos e crianças e é comumente confundida com gripes e sinusites.

 

Sintomas da Rinite:
· Espirros sucessivos
· Coriza, corrimento nasal
· Nariz entupido
· Coceira e irritação no nariz, olhos e céu da boca
· Pode ser acompanhada de dor de cabeça

 

Se você tiver esses sintomas pode ter Rinite.
O otorrinolaringologista irá fazer o diagnóstico e identificar o seu tipo de rinite.
O tratamento é baseado no controle das crises.

 

CURIOSIDADE: Os espirros são uma defesa do organismo para tentar expulsar substâncias indesejáveis do nariz. Não é um mecanismo muito efetivo, por isso devemos evitar o contato com agentes irritantes.

RONCO

O Ronco em crianças e adultos possuem causas diferentes.
Em crianças a causa mais frequente é o aumento da adenoide e das amígdalas.
As crianças que respiram diariamente pela boca sofrem uma série de alterações estruturais na face e arcada dentária que podem levar aos distúrbios respiratórios do sono (ronco e apneia). Por esse motivo o diagnóstico e tratamento precoces são importantes.

 

7 características de um respirador bucal:
· Lábios entreabertos e ressecados
· Lábios, língua e bochechas hipotônicos
· Edema ao redor dos olhos
· Mordida aberta anterior
· Ombros anteriorizados
· Língua abaixada e protruída
· Pálpebras inclinadas para baixo

 

Em adultos o ronco é mais frequente em pessoas acima do peso ideal e geralmente tende a piorar com a idade. Também está associado a fatores anatômicos da garganta.

 

Situações como cansaço físico intenso e consumo de álcool ou medicamentos sedativos podem causar ou exacerbar um quadro de ronco.
O ronco e a apneia são fator de risco para hipertensão, além de contribuir na instalação e progressão de arritmias, infarto e “derrame” cerebral.

NARIZ ENTUPIDO

O primeiro local pelo qual o ar passa para alcançar os pulmões é o nariz. O nariz tem uma complexa estrutura anatômica que comunica as fossas nasais, os seios paranasais, a garganta e o ouvido.
Qualquer desarranjo dessa anatomia pode obstruir a passagem de ar através do nariz levando o indivíduo a respirar pela boca.

Causas frequentes de obstrução nasal:
· Desvios de Septo
· Hipertrofia de Cornetos
· Rinite
· Aumento da Adenoide (“carne esponjosa”)
· Rinossinusite Crônica com ou sem polipose nasal

 

SANGRAMENTO NASAL

Os sangramentos ou epistaxes ocorrem quando há ruptura dos vasos presentes na mucosa nasal que é muito vascularizada. Eles podem ter origem na região anterior do nariz ou na porção posterior onde ficam os vasos mais calibrosos.
Os sangramentos nasais são geralmente assustadores, mas a maioria sem muita gravidade, pois são provenientes de pequenos vasos da região anterior do nariz. São frequentes em crianças e adultos sem comorbidades.

 

 

As epistaxes mais severas são aquelas da região posterior do nariz, onde o sangramento é abundante e de difícil controle. Geralmente necessitam de atendimento médico para colocação de um curativo compressor (tampão) ou tratamento cirúrgico (ligadura da artéria).

 

 

Situações que aumentam o risco de sangramentos nasais:
· Inflamações da mucosa nasal como nas rinites, sinusites, inalação de irritantes e produtos químicos
· Deformidade anatômicas como desvio de septo
· Infecções
· Nariz Seco
· Frio
· Trauma ou Fratura Nasal
· Assoar o nariz vigorosamente
· Hipertensão Arterial
· Gestação
· Alcoolismo
· Alguns medicamentos: aspirina e anticoagulantes
· Tumores nasais
· Distúrbios sistêmicos que provocam tendência ao sangramento:
· Leucemia
· Baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia)
· Doenças do fígado

NARIZ SECO

A exposição a climas secos, ao frio, à poluição e ao ar condicionado proporciona uma sensação bastante desagradável de ressecamento da mucosa do nariz. Alguns tipos de rinite, como a rinite do idoso também podem causar essa sensação.

A desidratação da mucosa nasal prejudica a defesa natural do nariz e aumentando o risco de infecções. Pode ainda causar sintomas como sangramentos nasais, ardor, formação de crostas.

Podemos evitar o ressecamento da mucosa nasal lavando o nariz com soro fisiológico, bebendo líquidos, evitando ambientes secos e com ar condicionado.

SECREÇÃO NASAL E CORIZA

O nariz possui glândulas que produzem o muco nasal. Essa secreção tem a função de umidificar o ar inspirado, diluir substâncias nocivas e fazer a depuração de microrganismos.

 

A mucosa nasal é um tecido (epitélio) onde as células têm vários cílios microscópicos que “varrem” e removem esse muco do nariz e seios paranasais, Este mecanismo de defesa é chamado de transporte mucociliar.
Inflamações da mucosa nasal aumentam a produção de muco e diminuem a atividade do transporte mucociliar, aumentando assim a quantidade de secreção acumulada no nariz e seios paranasais.

 

Situações que causam aumento de secreção nasal:
· Rinite
· Gripe
· Resfriado
· Sinusites
· Hipertrofia de Cornetos Nasais
· Aumento de Adenoide (“carne esponjosa”)
· Doenças mucociliares e Fibrose Cística
· Pólipos Nasais

 

Esse muco estagnado no nariz diminui o pH e o oxigênio, paralisando ainda mais os cílios da mucosa e piorando a retenção da secreção predispondo a cultura de bactérias no local, por isso a lavagem nasal com soro fisiológico funciona como um mecanismo de higiene e proteção, umidificando a mucosa e removendo o a secreção estagnada.

OUVIDO

DOR DE OUVIDO

As dores de ouvido (otalgia) podem ter etiologia otológica e não otológica.

 

Nas causas otológicas a origem da dor está no próprio ouvido. Pode ser por uma infecção (otite), trauma por cotonete, cera, corpo estranho (insetos, pontas de lápis, miçangas e outros objetos que frequentemente as crianças colocam no ouvido).

 

Nas causas não otológicas, as alterações acontecem em outros locais do corpo e irradiam a dor para o ouvido como acontece por exemplo nos problemas de coluna, bruxismo, disfunções da mordida e da articulação temporomandibular (ATM), disfunções da tuba auditiva, dores de garganta, dores de dente, tumores de rinofaringe.

 

Dicas:
Em crianças devemos desconfiar de dor de ouvido quando vemos febre, choro prolongado sem outra causa aparente, inapetência, ouvido quente e doloroso ao toque, constante toque na orelha, irritação, agitação ou comportamento estranho, principalmente à noite ou quando deitada. É comum confundir a erupção dos dentinhos com dor de ouvido.

 

Para diminuir a dor: Coloque sobre o ouvido uma toalha aquecida ou bolsa térmica (calor baixo) ou bolsa de água quente. Cuidado para não colocar muito quente e provocar queimaduras na pele.

OUVIDO TAMPADO

A sensação de ouvido tampado pode ocorrer por diversos fatores.

 

A situação mais comum é quando estamos mudando de altitude como, por exemplo, descendo a serra. Essa sensação ocorre porque o ar a nossa volta exerce uma determinada força sobre os corpos, é a chamada Pressão Atmosférica.

 

Quanto mais perto do nível do mar, maior a pressão; quanto mais longe (cidades em montanhas) menor. O corpo leva algum tempo para se acostumar com a mudança de pressão. Como há uma ligação entre o nariz e o ouvido, toda vez que a pessoa deglute ou boceja, envia ar para a cavidade do ouvido.

 

Se a pressão no ambiente for diferente da que ela estava habituada, ocorre a sensação de ouvido tampado. Por isso que estar com nariz desobstruído, mascar chiclete e deglutir diminuem esse desconforto.
Em mudanças bruscas de pressão pode ocorrer barotrauma

 

7 fatores que geram a sensação de ouvido tampado:
· Mudança de altitude
· Acúmulo de cera nos ouvidos
· Otites
· Perdas auditivas
· Doenças do labirinto
· Disfunção da tuba auditiva
· Obstrução Nasal

ESCUTO MAL

As perdas auditivas podem ser totais (anacusia) ou parciais. O déficit na audição pode estar presente desde o nascimento ou pode começar em qualquer outra fase da vida. Pode ocorrer de maneira súbita ou instalar-se progressivamente dependendo da causa.

 

O processo de envelhecimento que atinge a audição não é considerado uma doença e sim uma perda natural de função por degeneração do órgão auditivo e denomina-se presbiacusia. Essa perda é resultado de fatores ambientais e genéticos.

 

O idoso com perda auditiva pode ser considerado confuso e até portador de distúrbios de comportamento, podendo levar ao isolamento social, intelectual e até depressão.

 

A criança pode ter dificuldades de aprendizagem e de interação com outras crianças.

 

Causas de perda auditiva:
· Cera nos ouvidos
· Infecções crônicas do ouvido
· Envelhecimento (Presbiacusia)
· Doenças degenerativas
· Otosclerose
· Traumas
· Rubéola
· Meningite
· Exposição intensa a ruídos
· Medicamentos ototóxicos
· Doenças Genéticas
· Tumores

 

É muito importante procurar um otorrinolaringologista para um diagnóstico correto e rápido para minimizar as consequências. A solução deve ser individualizada para cada paciente. Em algumas doenças existem tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos, mas outras situações podem ser irreversíveis e o uso de aparelho auditivo pode suprir a deficiência.

TONTURA

Popularmente as sensações de desequilíbrio, tontura, vertigem e instabilidade são chamadas de labirintite, porém a labirintite é uma doença rara e grave. O termo mais adequado é labirintopatia ou doenças do labirinto. A vertigem não é uma doença, é um sintoma onde existe a sensação de rotação, ou do próprio indivíduo ou das coisas ao seu redor.

 

Nosso equilíbrio e estabilidade dependem do bom funcionamento e interação entre labirinto (órgão que fica na orelha interna), sistema nervoso e visão.
Existem inúmeras doenças do labirinto e para cada uma delas um tratamento mais adequado, portanto é muito importante procurar seu otorrinolaringologista para um diagnóstico correto.

 

Sintomas das doenças do labirinto:
· Vertigem
· Desequilíbrio
· Náusea
· Fraqueza
· Dificuldade de concentração
· Turvação visual, principalmente após movimentos rápidos com a cabeça
· Zumbido

ZUMBIDO

Zumbido ou Tinnitus é a percepção de um som que não está sendo gerado no meio ambiente. É um sintoma frequente. Muitas doenças podem causar o zumbido e mais de uma causa pode estar presente no mesmo indivíduo. Por isso, é de fundamental importância descobrir a causa do zumbido para cada paciente.

 

O diagnóstico nem sempre é simples e às vezes pode necessitar vários exames como, por exemplo: exames de sangue, testes auditivos e otoneurológicos, ultrassom e ressonância magnética. São várias as opções de tratamento e a escolha deve ser personalizada. O tratamento deve ser continuado até que o zumbido desapareça ou o paciente sinta-se recuperado em relação ao incômodo provocado pelo zumbido.

 

É normal achar que durante a noite o sintoma piora, pois em ambientes silenciosos não existem outros ruídos mascarando o zumbido e a percepção em relação a ele aumenta.

 

Fatores associados ao Zumbido:
– Ansiedade, depressão e stress
– Alguns medicamentos (aspirina, antibióticos ototóxicos, antidepressivos)
– Doenças cardiovasculares (Hipertensão, Arteriosclerose)
– Alterações metabólicas no colesterol, triglicérides, hormônios tireoidianos, glicemia e zinco
– Problemas na coluna
– Infecções nos ouvidos ou dos seios paranasais e alterações na tuba auditiva
– Otosclerose,
– Doença de Menière
– Cera nos ouvidos
– Exposição ao barulho intenso
– Perdas auditivas
– Problemas na articulação temporomandibular e má – oclusão dental
– Traumas na cabeça e pescoço
– Tumor no nervo auditivo
– Doenças neurológicas (Esclerose Múltipla, Meningite, trauma, malformação vascular)

 

Prevenção:
– Dieta balanceada
– Evitar jejum prolongado
– Evitar alimentos que contenham cafeína (café, chá preto ou mate, Coca-Cola, chocolate)
– Não abusar do sal
– Controle da pressão arterial
– Dormir adequadamente
– Aliviar o Stress
– Praticar exercícios físicos
– Evitar ambientes muito ruidosos
– Evitar fones de ouvido em excesso e com volume alto
– Tratar infecções e doenças sistêmicas

GARGANTA

DOR DE GARGANTA

A intensidade da dor de garganta pode variar de leve até uma dor intensa com dificuldade de engolir até a saliva. Pode ser por infecções e inflamações da garganta (faringites) ou das amígdalas (amigdalites), causadas por vírus ou bactérias.

 

As faringites virais são as mais comuns. Estão associadas frequentemente aos resfriados. Seus sintomas são menos intensos que de uma amigdalite, não costuma dar febre e apesar da dor, é possível alimentar-se e hidratar-se corretamente.

 

A amigdalite é a infecção das amígdalas ou tonsilas palatinas. As amígdalas são tecidos linfoides, localizadas na parte de trás e dos dois lados da garganta, entre a entrada das vias respiratórias e sistema digestivo. Elas agem como filtros para agentes infecciosos. As amigdalites podem ser causadas por vírus ou bactérias.

 

O inverno seco e poluído contribui para o surgimento e desenvolvimento das amigdalites, que predominam entre as crianças. Os sintomas são mais intensos que em uma faringite, com a presença de febre, dor no corpo e dificuldade para engolir.

 

 

 

 

Medidas de autoajuda na dor de garganta:
· Tome grande quantidade de líquidos, podem ser bebidas mornas e quentes

· Não fume
· Evite comer alimentos muito picantes e salgados.
· Tome um analgésico se necessário.
· Evite ficar muito tempo em ambientes com ar condicionado

Procure seu médico se você sente alguns dos sintomas abaixo além de dor na garganta:
– Febre
– Gânglios aumentados e dolorosos no pescoço
– Dor de cabeça
– Dor no corpo
– Dor de ouvido
– Mau hálito
– Perda do apetite
– Lesões na pele
– Vômitos
– Dor na barriga
– Dor no peito
– Urina escura
– Alterações visuais

MAU HÁLITO

Grande parte da população mundial tem ou teve mau hálito. A halitose pode tornar-se um problema desagradável que dificulta as relações pessoais.

 

Podemos ter mau hálito originado por doenças sistêmicas ou na própria cavidade oral.

 

Prevenção:
· Escovação correta e após cada refeição
· Use de fio dental
· Limpeza da língua com limpador lingual ou escova de dente para remover a saburra. A saburra é um material viscoso, amarelado, que fica aderida ao dorso da língua, equivale a uma placa bacteriana lingual
· Alimentação rica em alimentos fibrosos como cenoura e maça. Eles auxiliam na limpeza da parte do dente que fica perto da gengiva.
· Trate doenças periodônticas e gengivites
· Beba de 2 a 3 litros de água por dia
· Evite jejum prolongado
· Estimule a produção de saliva de maneira fisiológica, com balas e gomas de mascar sem açúcar

MASSAS BRANCAS NA GARGANTA

Minha garganta solta umas bolinhas brancas ou amareladas, com cheiro fétido. Isto é normal?

 

 

Isto se chama Amigdalite Caseosa. Pequenos grãos (caseum) são expelidos das amígdalas, esses grãos são resíduos de alimentos que se acumulam nos orifícios das amígdalas chamados de criptas. Provoca mau hálito e constantemente são confundidos com pus e infecções. Não é considerado uma doença, mas uma condição anatômica desfavorável. Gargarejos são indicados na tentativa de diminuir o acúmulo de resíduos, mas não existe nenhum tratamento clínico para isto.

 

Se o paciente quiser, pode ser feita uma cirurgia para retirada das amígdalas e o problema se resolve.

RONCO E APNEIA

Estima-se que 19% das mulheres e 30% dos homens ronquem intensamente.

 

O Ronco é o ruído produzido pela passagem de ar em uma via aérea parcialmente obstruída durante o sono. Quando o ar é inspirado tem uma maior resistência para passar, fazendo com que ocorra uma vibração dos volumes dos tecidos moles como palato mole, úvula, língua e amígdalas, produzindo o ronco.

 

Vários fatores contribuem para o ronco, como por exemplo:
– Diminuição do tônus das paredes musculares da faringe e pescoço causando um estreitamento da via aérea que ocorre durante o repouso e com a perda da elasticidade no decorrer da idade;
– Obstrução nasal por desvio de septo, rinites, hipertrofia de cornetos (“carne esponjosa”), sinusites, pólipos nasais;
– Aumento das amígdalas e adenoide;
– Ganho de massa gordurosa no pescoço;
– Alterações das estruturas das vias aéreas superiores, como hipoplasia de mandíbula e maxila e macroglossia (língua aumentada).

 

A apneia ocorre pelo colabamento das paredes da faringe onde a pessoa para de respirar por alguns segundos. Com a hipoventilação ocorre um aumento do gás carbônico e diminuição do oxigênio no organismo gerando um reflexo que desperta o indivíduo e contrai os músculos, reabrindo a passagem de ar e reestabelecendo a respiração.

 

Quando isso ocorre dezenas e até centenas de vezes durante a noite chamamos de Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono. É uma doença evolutiva de alta morbidade com repercussões cardiovasculares, pulmonares, neurológicas e comportamentais como por exemplo hipersonolência diurna, déficit de memória e irritabilidade.

 

É uma situação complexa onde os fatores causais devem ser todos analisados, muitas vezes requerendo um tratamento multidisciplinar.

ROUQUIDÃO

O som da nossa voz é produzido pela vibração das cordas vocais quando o ar que expelimos do pulmão passa entre elas. Este som é amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). Depois de amplificado, o som será articulado na cavidade oral, por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

 

O som emitido depende de vários fatores como sexo, idade, inervação, tônus muscular, qualidade da mucosa e ligamentos e aporte sanguíneo.

 

O nome mais correto para rouquidão é disfonia. A disfonia é um distúrbio de comunicação caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Esse impedimento pode estar relacionado com a altura, a intensidade e/ou a qualidade da voz. Pode ser ocasionada por abuso vocal, uso incorreto da voz, alterações psicoemocionais ou também por falta de higiene vocal. A ausência total da voz recebe o nome da afonia.

PIGARRO

Uma causa frequente de pigarro ou sensação de algo entalado na garganta é a Doença do Refluxo. Ela acontece pela inflamação do esôfago e/ou da laringe pela presença de partículas de pH ácido vindas estômago.

 

 

Sintomas do Refluxo:
· Queimação e irritação na garganta
· Rouquidão
· Pigarro
· Sensação de bola na garganta
· Limpeza frequente da garganta
· Sensação de secreção espessa ou corpo estranho na garganta
· Dor de ouvido
· Tosse crônica
· Dificuldade para engolir

 

Fatores de Risco para o Refluxo:
· Obesidade
· Hérnia de hiato
· Gravidez
· Asma
· Diabetes
· Úlcera

 

Tratamento:
1. Modificações do estilo de vida;
2. Caso seja necessário, seu médico poderá prescrever diversas medicações para controle dos sintomas;
Tome a medicação prescrita por seu médico respeitando a dose e o tempo de tratamento! A melhora não é imediata!

 

OBS: Uma outra causa de pigarro é o ressecamento da mucosa da garganta, (faringe e laringe). Pode ser causada por obstrução do nariz e respiração pela boca ou simplesmente pela pouca ingesta de líquidos durante o dia.

Observe seus hábitos, ajuda muito no diagnóstico e tratamento.